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Dramas de uma paranóica

Dramas de uma paranóica

07
Dez20

Do (sagrado) turno da noite

Uma paranóica

Domingo à noite e estou de volta ao meu turno de trabalho preferido: o turno da noite! Não, eu não prefiro o turno da noite por receber mais (embora ajude.....), prefiro mesmo este turno por NÃO TER REUNIÕES.

O tão bendito turno da noite é aquele turno em que eu consigo parar, respirar, fazer uma hora de almoço, pôr tudo em dia e acabar o trabalho a tempo e horas. É uma verdadeira benção e por isso é que eu não me importo NADA de de 2 em 2 semanas andar nesta vida. Claro que há noites piores que outras e geralmente os domingos à noite são tão ocupados que eu não tenho tempo para parar e vir escrever no blog, mas este está a ser atipicamente tranquilo portanto aqui estou eu.

Novidades? Algumas. Um dos meus gatos (já disse que tenho 2 gatos, tal cat lady estereótipa?) tem estado doente com problemas urinários e, como se isso não bastasse, tem tido um acesso de hormonas (ainda não está castrado) ridículo e tem-me marcado a casa toda e miado como se não houvesse amanhã.

De facto, meu pequeno gatinho, não há bem amanhã porque amanhã (ou daqui a umas horas, se quisermos ser técnicos) ele vai..... à faca. Sim, o meu gato de 1 ano e 1 mês vai finalmente ser castrado e este suplício vai acabar. Claro que tenho outro gato com 6 meses que ainda não foi castrado mas esse é um problema que vou resolver já no início do mês que vem.

Fora isto, recebi novidades muito muito boas no trabalho. Ora, eu há 6 meses decidi mudar de empresa em plena pandemia e passar de uma empresa em que estava efectiva para uma empresa em que ia ter um contrato de 6 meses renovável. Foi um passo no mínimo arriscado mas se há coisa que eu sou é muito competente portanto sabia que o risco era só mínimo.

De facto parece que continuo a lançar o meu charme e que o facto de viver para o trabalho compensa, porque em vez de me renovarem o contrato por mais 6 meses decidiram simplesmente passar-me já a efectiva, portanto é seguro dizer que bebi uns bons copos (sozinha em casa, pois claro; eu respeito o confinamento) este fim-de-semana em jeito de celebração.

Podia continuar aqui a lançar mais factos e novidades mega inúteis sobre a minha vida portanto antes de terminar vou passar ao que interessa e ao que toda a gente (ou seja, ninguém) quer saber: a minha vida amorosa.

Malta, não existe ok? Eu perdi 100% interesse; eu bem tento mas não consigo, já não sinto ali nada, vontade de falar com o rapaz é zero (coitado) e sinceramente acho que ele já percebeu. Nos próximos fins-de-semana pode-se circular entre concelhos mas olhem, eu acho que vou ficar mesmo no meu circulozinho porque isto já deu o que tinha a dar e não vale a pena insistir.

Se já ando a lançar a rede noutros mares? Talvez, mas eu nunca tive grande jeito para a pesca portanto ando mesmo só na brincadeira.

Enfim, eu não aprendo nem nunca irei aprender, mas felizmente isso é problema meu e não vosso. Também por que raio é que eu achei que era boa ideia tentar encontrar o amor em plena pandemia?

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